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30/09/2011
Iza Franca

Leia para uma Criança!

A Campanha do Itaú está volta. Peça a sua!

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30/09/2011
Iza Franca

Dia Nacional de Doação do Leite Materno

Ampliada rede de bancos de leite materno com mais 21 unidades

Ministério da Saúde anuncia criação de 21 unidades nas regiões norte e nordeste. Medida vai ampliar assistência principalmente a bebês prematuros. Neste sábado (1º) é comemorado o Dia Nacional de Doação de Leite Humano

Em comemoração ao Dia Nacional de Doação de Leite Humano (1º de outubro), o Ministério da Saúde anunciou, na tarde desta quinta-feira (29), a ampliação da rede de bancos de leite materno a partir da criação de mais 21 unidades e, ainda, a aquisição de 56 novos equipamentos de pasteurização. Essas estruturas serão direcionadas a localidades prioritárias do Norte e Nordeste, com o objetivo de atender a crescente demanda nestas regiões e manter os padrões de qualidade na captação e oferta do leite doado. O reforço na rede foi anunciado pela secretária-adjunta de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Cleusa Bernardo, durante o lançamento da Campanha Nacional de Doação de Leite Humano 2011, na sede da Fundação Oswaldo Cruz (Fioruz), em Brasília.
 
 “Temos 203 bancos de leite em um país tão grande como o nosso, presentes em cada estado. Mas, continuamos trabalhando para priorizar a saúde da criança e da mulher, assim como estabelece a Rede Cegonha”, afirmou. “Agradecemos a todas as mães que doam leite, que contribuem para salvar a vida de tantos bebês”, concluiu a secretária-adjunta.  A Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como a maior e mais complexa do mundo. Atualmente são 203 bancos de leite e 106 postos de coleta implementados no país. E, continuamente, o governo federal investe na ampliação e modernização da capacidade dos bancos de leite e também na qualificação dos profissionais que atuam nesta área.
 
“Esses novos bancos de leite humano reafirmam o compromisso do Ministério da Saúde em investir na qualidade dos serviços prestados à população, e nesse caso específico, à mãe e ao bebê prematuro que dependem desse apoio”, destacou João Aprígio, coordenador da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, vinculada à Fiocruz. Ele explicou ainda que, neste segmento, o Brasil possui uma posição de liderança no cenário internacional. “Exportamos este tipo de tecnologia para 23 países”, acrescentou Aprígio.
Por ano, são recolhidos cerca de 150 mil litros de leite humano, que passam pelo processo de pasteurização e adquirem qualidade certificada para serem distribuídos a mais de 135 mil recém-nascidos; principalmente, àqueles que estão hospitalizados.

CAMPANHA –Com o slogan “Para você é leite. Para a criança é vida”, o Ministério da Saúde lançou, nesta quinta-feira (29), a Campanha Nacional de Doação de Leite Humano 2011, que tem como madrinha a apresentadora Luciana Gimenez. “Me considero uma mãe de muita sorte, pois amamentei meus dois filhos. Sou consciente que o leite materno é muito importante para a saúde do bebê”, observou Gimenez, na ocasião do lançamento da campanha, cujo objetivo é mobilizar e conscientizar a população sobre a importância da doação como também aumentar o volume anual de leite humano coletado.

Por ano, cerca de 115 mil mães participam deste gesto de solidariedade e amor, que beneficia mais de um milhão de mulheres, gestantes e nutrizes que recorrem aos Bancos de Leite Humano em busca de apoio assistencial para amamentar diretamente seus filhos. Ações incentivadoras ao consumo de leite materno pelas crianças menores de dois anos contribuem para reduzir a desnutrição e a mortalidade infantil, que, além de ser um dos Objetivos do Milênio, é uma das principais metas da Rede Cegonha. A estratégia – lançada pela presidenta Dilma Rousseff em março deste ano, sob a coordenação do Ministério da Saúde – constitui-se em medidas direcionadas à melhoria da atenção à saúde da mulher e do bebê (até o segundo ano de vida da criança).

MOBILIZAÇÃO -Outra novidade é que, a partir do próximo ano, a doação de leite humano ganhará uma data comemorativa internacional: 19 de maio. O Brasil propôs a criação deste dia e dá início a uma mobilização mundial a favor da valorização da doação de leite materno. A data foi definida em homenagem à assinatura da 1º Carta de Brasília. Este documento concentra os esforços internacionais para o enfrentamento da mortalidade infantil e aponta as estratégias relacionadas aos bancos de leite humano para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio até 2015, conforme estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU).

QUALIFICAÇÃO –Os 28 Centros de Referência Estaduais que integram a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano utilizarão, a partir deste ano, uma ferramenta de gestão chamada BLH-WEB, que permite a certificação da qualidade dos bancos de leite. Este dispositivo traz, como diferencial, a possibilidade de monitoramento e avaliação das unidades bem como permite assessoria técnica remota em tempo real.  A ideia é que a utilização da BLH-WEB passe a ser utilizada por todos os 203 bancos de leite do país. A apresentação desta ferramenta consta da programação do III Encontro Nacional de Referências Estaduais de Bancos de Leite Humano.

SOLIDARIEDADE –O leite materno para os recém-nascidos (principalmente, os hospitalizados) é muito mais que um simples alimento, pois aumenta as chances de recuperação do bebê se a alimentação exclusiva com ele for possibilitada durante o período em que a criança está impossibilitada de ser amamentada pela mãe. Isto geralmente ocorre nos casos em que o bebê está internado em UTI neonatal.

Para ser uma doadora, a mulher precisa, além de  apresentar excesso de leite, ser saudável, não usar medicamentos que impeçam a doação e se dispor a ordenhar o leite e a doar o excedente. Para realizar a doação, a lactante deve entrar em contato com o banco de leite de sua cidade para receber o frasco esterilizado, no qual depositará o leite. Depois disso, deverá manter o frasco no congelador ou freezer e aguardar que uma equipe vá à casa dela para o recolhimento do leite doado. Em algumas cidades, os bancos de leite humano realizam parcerias com outros órgãos para a coleta do leite doado.

Fonte:  Tinna Oliveira, da Agência Saúde
Atendimento à imprensa (61) 3315-6249/3580
www.portaldasaude.com.br

Foto: Divulgação

30/09/2011
Iza Franca

Coxinha com a Presidenta (?!)

Colaboração Iza e Gui

-Mãe, eu não sei o que acontece, agora dei pra sonhar com a Dilma…essa noite sonhei que estava comendo coxinha com a Dilma.
- Dilma? Você tem uma amiga na escola chamada Dilma?
- Não, mãe… Dilma a Presidenta mesmo!

Pensei: – Nossa o que leva uma criança a sonhar com a Dilma!!! Nessa idade e já tem pesadelo, rs…

25/09/2011
Iza Franca

O negociador

Colaboração Iza e Gui

Gui barganhando o castigo acaba de me ligar:

- Mãe, meu pai te falou que estou de castigo até sexta-feira?

- Falou, por que?

Explicação: – pois é mãe, mas acontece que a Vi (prima), veio em casa hoje, você sabe nê, ela quase nunca vem, eu queria mostrar meu vídeo game novo. Então como meu pai está com visitas no trabalho eu pensei de te ligar pra negociar com você. Ao invés de começar o castigo hoje, eu começo amanhã e fico até domingo, assim posso aproveitar que a Vi está aqui hoje, pode ser?

(depois dessa, dá para imaginar a resposta, nê?!, rs)

16/09/2011
Iza Franca

Primos!

Gui, Vitória e Victor

16/09/2011
Iza Franca

Japa Pank!

Colaboração Adryan Sasahara (1)

15/09/2011
Iza Franca

Pesquisa: Crianças já temem riscos na internet

Foto:divulgação

As crianças brasileiras estão cada vez mais conscientes sobre os riscos que a exposição na internet pode trazer. Este é um dos resultados do estudo “Kids Experts 2011”, divulgado nesta quarta (14) e elaborado pela Turner International do Brasil. Segundo o levantamento, 72% do público de 6 a 11 anos fecha seu conteúdo nas redes sociais somente para amigos, e a maioria só se relaciona com quem conhece pessoalmente e encontra com frequência. 

“Tínhamos ideia de que essa preocupação iria surgir na pesquisa, mas o surpreendente foi o fato de, em nome da segurança, as crianças não se importarem em abrir suas senhas e seus perfis nas redes sociais para os pais”, afirma a gerente do departamento de pesquisa da Turner, Renata Policicio. “Elas têm consciência de que participar de redes sociais significa se mostrar publicamente e que devem tomar cuidado com o que exibir neste ambiente”, acrescenta a executiva. 

Pais brasileiros são os mais controladores na América Latina

No geral, o estudo mostra que os pais brasileiros são os mais controladores da América Latina: 97% das crianças têm restrições para navegar na internet. “Especialistas ouvidos para o levantamento indicam que as crianças abaixo de 11 anos vão ser melhores orientadas sobre questões de segurança e privacidade justamente porque seus pais têm mais experiência com a internet e as redes sociais hoje”, diz a executiva.

Embora a exigência das redes sociais seja de que os usuários tenham pelo menos 13 anos de idade, 88% das crianças e 95% dos adolescentes (de 12 a 17 anos) participam de alguma rede no Brasil. Em média, os mais novos estão duas, enquanto os adolescentes em três. “Poucas crianças criaram seus perfis sozinhas. Elas tiveram ajuda de familiares e amigos”, complementa Renata. E mais: os pequenos estão cada vez mais cedo nesta plataforma: a idade média de entrada é de seis anos.

A pesquisa mostra que a diversão é o centro de toda a experiência online para as crianças. No caso das redes sociais, 72% do público de 6 a 11 anos usa este ambiente para jogar. Em seguida, aparecem como atividades mais frequentes a comunicação com amigos (46%) e ver vídeos e fotos dos colegas (42%). “A internet é mais uma plataforma para as crianças fazerem o que sempre fizeram: brincar. Elas reproduzem na web a diversão que também encontram offline”, comenta Renata. Para os adolescentes, entretanto, os jogos perdem espaço para a música; a comunicação com amigos e sociabilização – o que também é um reflexo do universo fora da internet.

O levantamento do Cartoon Network revelou ainda que crianças e adolescentes na América Latina postam comentários positivos sobre produtos e marcas: 24% do público de 6 a 11 anos e 42% do de 12 a 17 anos informam dar opiniões sobre estes temas. “No caso dos adolescentes, por exemplo, para ser relevante, uma marca tem de estar alinhada à imagem e à personalidade que o público quer transmitir nas redes sociais”, afirma Renata Policicio.

Neste ano, o estudo realizou 3.750 entrevistas online em cinco países da América Latina – Brasil, Argentina, Colômbia, México e Venezuela. O universo pesquisado foi de pessoas entre 6 a 49 anos das classes ABC, com análise dos seguintes perfis: crianças de 6 a 11 anos, adolescentes de 12 a 17 anos e adultos de 18 a 49 anos. Também foi realizada uma fase qualitativa, além de entrevistas com especialistas. “O conhecimento de nosso público é fundamental. Esta é uma maneira de prover melhor conteúdo em qualquer plataforma”, finaliza o vice-presidente de vendas publicitárias e marketing da Turner para América Latina, Rafael Davini.

 Fonte: ProXXima

15/09/2011
Iza Franca

Sou eu assim sem você!

Vale explicar essa imagem: ontem, a mãe do recém-nascido Gabriel teve que deixá-lo pela primeira vez para ir a uma consulta. O resultado é esse que estão vendo, ele sentiu tanta falta da mamãe que  a noite ficou todo torto na cama pra se encostar perto dela e ter absoluta certeza de que ela estava ao seu lado.

Mal sabe ele que é tudo que a gente quer – nunca mais sair de perto deles!

Colaboração: Deborah e Gabriel Neri

15/09/2011
Iza Franca

Rico!

Colaboração de Iza e Gui

Conversinha olhando as belas imagens paradisíacas de uma praia na TV:

Eu:  - Hum, que delícia,  queria ser rica por um dia só para aproveitar essa praia…

Gui:  - É mesmo, um dia rico dava pra fazer um monte de coisas nê, mãe?

Estimulando sua imaginação me arrisquei a perguntar:  -  É, filho. O que você faria?

Se eu fosse rico por um dia???… eu comprava tudo que eu pudesse  comprar, casa, carro, brinquedos, compraria até um  milhão…e aí eu nunca mais seria pobre, nê?

Eu: – É, tem toda razão. Moral da história? O importante não é ter dinheiro e saber o que fazer com ele, rs! Esse menino vai ser empreendedor.

14/09/2011
Iza Franca

Logo se vê que é uma criança quietinha!

Colaboração mãe Ivania e Sophia (2)

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